Pequim decidiu falar grosso. Wang Yi (foto: Fernando Frazão/Agência Brasil) avisou que a China não aceita xerife global se autoproclamando dono do apito — recado direto aos EUA após a prisão de Nicolás Maduro. Para o chanceler, o mundo já está turbulento o bastante, e o que sobra é unilateralismo embrulhado em “hegemonia”. A China repete o mantra: nada de força como argumento e nada de um país impondo sua vontade aos demais. Promete defender a Carta da ONU, a tal “moral mínima” internacional e aquele ideal poético de destino comum da humanidade. Enquanto isso, Taiwan observa com lupa: critica o regime venezuelano, fala em narcotráfico, lembra a crise humanitária e, pragmática, deseja uma transição pacífica — de preferência rumo à democracia de verdade.











