O governo Donald Trump (foto: Joyce N. Boghosian/The White House) abriu uma investigação contra a Nike sob a acusação de discriminação contra candidatos e funcionários brancos. A apuração é conduzida pela Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC), que passou a tratar programas de diversidade, equidade e inclusão como possíveis focos de discriminação ilegal. O caso ganhou tração após uma queixa formal apresentada em 2024, questionando práticas de contratação e promoção que teriam favorecido critérios raciais. A Nike nega irregularidades, mas documentos indicam resistência em fornecer informações completas à comissão. O episódio marca uma inflexão clara da política federal: iniciativas corporativas antes celebradas agora são escrutinadas como potenciais violações da lei de direitos civis. Para empresas, o recado é direto — diversidade deixou de ser blindagem reputacional e virou risco jurídico. Se essa moda atravessar o Equador, o debate brasileiro ganhará contornos ainda mais explosivos.










