Um dossiê assinado por mais de 200 juristas, parlamentares e entidades de direitos humanos foi entregue ao Tribunal Penal Internacional pedindo a abertura de exame preliminar contra Donald Trump e autoridades americanas. O grupo sustenta que a ação militar que capturou Nicolás Maduro (foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência), em 3 de janeiro, violou a Carta da ONU por ter ocorrido sem aval do Conselho de Segurança. Segundo o documento, a ofensiva deixou mais de cem mortos, inclusive civis, destruiu áreas residenciais de Caracas e forçou deslocamentos em massa. Aponta ainda ataques a embarcações civis no Caribe, entre setembro e dezembro de 2025, atribuídos a forças dos EUA sob pretexto antidrogas. As acusações incluem homicídios, ataques indiscriminados, pilhagem e a detenção de Maduro e Cilia Flores como “tomada de reféns” para coerção política e controle do petróleo.











