Para o presidente-executivo da Cemig, Reynaldo Passanezi (foto Henrique Chendes), o setor elétrico brasileiro enfrenta distorções que elevam custos e limitam a competitividade. O executivo defende a redução do preço da energia como condição para atrair investimentos de longo prazo, apesar de reconhecer a solidez do sistema, que é integrado, universalizado e majoritariamente renovável. A companhia prevê investir R$ 70 bilhões nos próximos anos, com 80% destinados à rede em Minas Gerais, em estratégia concentrada no estado e nos negócios de geração.











