A mineradora australiana Viridis Mining & Minerals suspendeu voluntariamente as negociações de suas ações na Bolsa depois de o Ministério Público Federal (MPF) recomendar a suspensão da análise sobre o licenciamento ambiental do projeto de processamento de terras raras, em Poços de Caldas (MG). Embora o empreendimento tenha atraído cartas de intenção de governos estrangeiros e conte com parecer técnico favorável da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), a recomendação do MPF trouxe dúvidas aos investidores e levou os papéis a registrarem queda de 30%. Em nota à imprensa, a Viridis, presidida pelo CEO Rafael Moreno (foto/reprodução internet), rebateu os questionamentos e detalhou que o método de extração adotado usa lixiviação: neste processo, a argila é lavada com solução salina para separar os minerais desejados sem necessidade de barragens de rejeitos, permitindo que o material tratado retorne de forma segura às cavas.












