A presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo, (foto: Raquel Ayres/Blog do PCO) fez defesa veemente da privatização da companhia quase como uma condição para que o estado cumpra O Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei 14.026/2020), que determina que 99% da população brasileira tenha água potável e 90% acesso à coleta e tratamento de esgoto até 2033. A fala veio durante a abertura do seminário Saneamento em Foco, promovido pelo jornal O Tempo. Para Marília, “não existe fórmula mágica, a universalização demanda aporte e a desestatização traz oportunidade de eficiência operacional.” Segundo ela, a privatização da Copasa é uma oportunidade para atrair investimento e melhorar a operacionalização dos serviços que devem ser, idealmente, contratados em conjunto; o tratamento e abastecimento de água e a coleta e tratamento do esgoto sanitário. Barateia a operação, falou a presidente. Não passou despercebido a afirmação de Marília de que a Copasa “é o último grande ativo de saneamento disponível no Brasil.”










