Minas Gerais pode poupar até R$ 72 bilhões até 2040 se universalizar o saneamento básico, aponta estudo apresentado em Belo Horizonte. O governador Mateus Simões (foto: Dirceu Aurélio/ Imprensa MG) enfrenta um paradoxo, já que enquanto o potencial de ganho é expressivo, milhões ainda vivem sem água tratada e coleta de esgoto — um atraso que cobra preço em saúde, educação e renda. Especialistas defendem prioridade imediata e alertam para desigualdades regionais persistentes. O nó não é técnico, é político. Cumprir o marco legal exige investimentos robustos e coordenação que historicamente patina. A conta é simples: adiar custa caro e rende pouco voto visível. Ainda assim, a matemática é implacável: ou se investe agora, ou se paga muito mais depois, em silêncio e doença.










