No mês passado, a Petrobras vendeu a empresa que possuía na ilha de Okinawa, no Japão, por US$ 129,285 mi. "Ótimo", dirá o leitor. Ainda mais se considerarmos que ela pagou inicialmente metade deste valor. O que a grande mídia não atentou foi para o fato de que foram colocados na empresa, num temerário investimento (havia limitações ambientais), mais de US$ 1 bi. Ou seja, é um prejuízo muito maior do que o de Pasadena.