Os cafeicultores mineiros conheceram as medidas emergenciais para a prorrogação das dívidas do setor, lançadas ontem pelo Banco do Brasil. O setor, responsável por uma contribuição média de R$ 26 bilhões anuais ao PIB brasileiro, segundo dados da Faemg, atravessa momento de crise, com preços inferiores ao esperado para ano de baixa produção. O presidente da Faemg, Roberto Simões (foto), falou que “essa linha é resultado de uma reivindicação que nós, do Sistema FAEMG, fizemos em Brasília, juntamente com o governador e os deputados da Frente Parlamentar do Café. O Banco do Brasil deu resposta rápida”. Com isso ele acredita que o cafeicultor terá “condições de reorganizar seus negócios, colher sua safra e seguir na atividade”.