A cena atual lembra 2022, mas com a placa invertida: cresce o sentimento do “qualquer coisa, menos o que está aí”. Nem os R$ 90 bilhões em caixa nem programas sociais de viés eleitoral turbinam o presidente Lula. Pesa a percepção de segurança e corrupção, que dominam o imaginário e só marketing não corrige fadiga política. Nesse ambiente, setores produtivos passam a admitir Flávio Bolsonaro (foto: Andressa Anholete/Agência Senado) ) como alternativa. Falta, porém, um nome competitivo na centro-direita que o enfrente no primeiro turno e repita a “fórmula chilena”: união contra o governo no segundo. Ironia: Bolsonaro conserva força popular, mas perdeu brilho entre agro, indústria e mercado de capitais.










