A inelegibilidade de Jair Bolsonaro(foto/reprodução internet) representa uma oportunidade significativa para a direita, permitindo uma renovação de candidaturas mais preparadas e limpas, capazes de promover as mudanças que o Brasil necessita. Contudo, existe o receio de que manobras políticas possam reverter sua condição, visando beneficiar Lula nas eleições. A direita deve priorizar candidatos sem "esqueletos no armário", pois, em momentos críticos, esses segredos podem ser usados por adversários.
A situação se complica com mais de 150 políticos e empresários implicados em escândalos contínuos de corrupção, mantendo relações promíscuas com o Estado. As ações do STF, que anularam investigações fundamentais contra corrupção, deixam espaço para que o crime organizado opere impunemente. Paradoxalmente, criticar esses abusos se torna um tabu, enquanto corruptos recebem liberdade, enquanto inocentes enfrentam penas severas.
Por fim, a questão da "última palavra" deve ser reiterada: quando uma decisão judicial é respaldada pela Constituição, é legítima. No entanto, se uma PEC aprovada pelo Congresso alterar essa dinâmica, o STF deve se alinhar a essa nova realidade. A linha entre justiça e desvio ético precisa ser constantemente analisada para o fortalecimento da democracia.