Pesquisas diárias que circularam entre lideranças governistas acenderam um alerta: durante dois dias do Carnaval, Flávio Bolsonaro (foto Lula Marques/Agência Brasil) apareceu à frente de Lula em simulações de segundo turno. No mesmo período, a rejeição ao presidente ultrapassou sua aprovação por mais de quatro pontos. Encerrada a folia, os índices recuaram para ambos. Segundo interlocutores próximos ao Planalto, não houve consolidação de um novo patamar de desgaste. Ainda assim, o desafio persiste: reverter a tendência observada desde dezembro, quando levantamentos sucessivos passaram a indicar predominância da avaliação negativa. No início daquele mês, o Datafolha registrara empate técnico — 49% de desaprovação contra 48% de aprovação. Desde então, a balança tem pendido contra o governo.










