O primeiro ano de governo de Romeu Zema foi para arrumar a casa, analisou o vice-governador Paulo Brant (foto). Segundo ele, o governo estava correndo o risco de ter colapso em algum serviço essencial, como na saúde, e estava difícil conseguir recursos até para comprar remédio “porque a gente fazia licitação e não aparecia ninguém”. Essa situação aconteceu porque os fornecedores estavam sem receber. Para este ano as prioridades são, além da operação do nióbio, para o pagamento do décimo terceiro do funcionalismo, a realização da reforma da Previdência do servidor público estadual e a adesão ao acordo de recuperação fiscal do governo federal.