Em depoimento na Lava Jato, o ex-ministro Tarso Genro (PT) admitiu que o caixa 2 de campanha era uma prática comum em eleições e disse que tal pratica deve ter ocorrido em todos os partidos. O ex-ministro do governo Lula disse que a prática de não contabilizar doações não ocorria por intenção de partidos ou candidatos, mas sim por exigência das empresas doadoras. Tarso Genro (foto) depôs como testemunha de defesa do ex-presidente Lula da Silva, réu em ação penal da operação Lava Jato sob a acusação de ter recebido vantagens indevidas da construtora OAS.