Desde que a Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a quebra dos sigilos fiscal e bancário do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os bolsonaristas estão em pânico com medo de a polícia encontrar alguma irregularidade cometida pelo chefe. O pedido foi após a operação desta sexta-feira que mirou o general Lourena Cid (foto/reprodução internet), pai de seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid, e seu ex-advogado Frederick Wassef. O pedido ainda não chegou à Corte, segundo informou a assessoria nesta noite. A PF investiga o desvio de itens de luxo dados à presidência da República em missões oficiais pertencentes ao patrimônio público por funcionários de Bolsonaro. Há indícios da negociação de joias, relógios de luxo e peças de arte no exterior para depósito dos valores nas contas do ex-presidente e de aliados.
Sem desvios
A defesa de Jair Bolsonaro coloca sua movimentação bancária à disposição das autoridades e afirmou que ele "jamais apropriou-se ou desviou quaisquer bens públicos".