O documento do PSDB que servirá de base para a campanha presidencial de 2018 tem como um dos principais eixos a economia e se Intitula “Gente em primeiro lugar: o Brasil que queremos”. As diretrizes do novo programa partidário, que será a largada da campanha para o partido tentar retomar o Palácio do Planalto no ano que vem, fazem a defesa do choque de capitalismo, das reformas previdenciária e tributária, das privatizações e da meta de dobrar a renda per capita em 20 anos. O que o Brasil precisa mesmo é de um choque de capitalismo, um choque de livre iniciativa, sujeita a riscos e não apenas a prêmios, como bem disse Covas, trinta anos atrás.