A Câmara Federal está disposta a colaborar para o ajuste das contas públicas, enfatizando a importância de uma análise cuidadosa de qualquer iniciativa que envolva renúncia fiscal. Pelo menos é o que tem dito e repetido o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira(foto/reprodução internet), inclusive em suas redes sociais. A responsabilidade fiscal, segundo ele, deve ser inegociável.
As propostas do governo, que incluem uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e um Projeto de Lei Complementar (PLP), buscarão viabilizar as reformas, enquanto a discussão sobre a isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil foi adiada para 2025. Lira notificou os líderes partidários sobre a intenção de concentrar esforços em votações de segunda a sexta, visando aprovar o pacote antes do exame da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual de 2025. Para aprovação, a PEC exige 308 votos em dois turnos, enquanto o PLP necessita de pelo menos 257 dos 513 deputados.