O Congresso converteu em lei apenas 23% das medidas provisórias do terceiro governo do presidente Lula, a menor taxa desde 2001, segundo levantamento da organização civil Ranking dos Políticos. Das 192 MPs editadas até março de 2026, 38 foram aprovadas, enquanto 77% acabaram rejeitadas ou perderam validade, em geral, por caducidade, após 120 dias. O desempenho contrasta com o governo de Jair Bolsonaro, que teve 68,3% das MPs aprovadas, e ainda mais com os primeiros mandatos de Lula, cujos índices foram de 90,4%, entre 2003 e 2006, e 83,2% entre 2007 e 2010. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)











