Há quem diga que, se os filhos e a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (foto: Tânia Rego/Agência Brasil) estivessem se atendo às questões de saúde ao invés das constantes reclamações – também chamadas de mimimi – sobre as instalações da Superintendência da Polícia Federal e da Papudinha, seriam maiores as chances do ex-presidente estar em prisão domiciliar. Primeiro porque sua lista de doenças é realmente extensa: lesões e câncer de pele, complicações respiratórias, refluxo, hérnia, soluço persistente, pressão alta, distúrbios de sono, entre outras. Segundo, porque, em quadro de saúde também debilitada, o ex-presidente Fernando Collor de Mello conseguiu a prisão domiciliar humanitária com base em dois argumentos que cabem no caso de Bolsonaro: idade avançada e laudos de problemas de saúde. Em boca fechada não entra mosca.











