Quase metade dos ministros de Lula deve deixar a Esplanada a partir de abril. Para evitar “soluços” na máquina, o presidente aposta numa solução caseira, promovendo secretários-executivos, em geral técnicos, para manter obras e projetos em andamento. A lógica é simples e pragmática: liberar ministros para a política sem paralisar o governo, mesmo que isso reduza o peso político imediato do primeiro escalão.
A lista de possíveis ex-ministros inclui Alexandre da Silveira, de Minas e Energia, cotado para disputar o Senado por Minas; e Macaé Evaristo (foto: Luiz Santana/ALMG), da pasta dos Direitos Humanos e da Cidadania, que vislumbra uma vaga na Câmara, também por Minas. Quem também deve deixar o cargo, é Ricardo Lewandowski, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, não para candidatura, mas por motivos pessoais.










