O ministro Edson Fachin (foto), assumirá a presidência do TSE em fevereiro, mas desde avisa que “do ponto de vista do Estado de Direito democrático, nos preparar para evitar em 2022 o pior.” Fachin fica na presidência na Corte eleitoral até agosto, quando passará a responsabilidade para Alexandre de Moraes. Para Fachin, “a erosão democrática e a diluição institucional colocam no horizonte circunstâncias difíceis para o ano que se aproxima. Não há dúvida alguma que nós precisamos, do ponto de vista do Estado de Direito democrático, nos preparar para evitar em 2022 o pior. E é nesse sentido que os votos calham muito bem com todos aqueles que tem corações e mentes comprometidos com a democracia, e não com o retorno do autoritarismo e a diluição da autoridade da própria democracia das instituições democráticas, de um modo especial da Justiça Eleitoral.” (Foto reprodução internet)