Em depoimento à CPI do Crime Organizado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (foto Edilson Rodrigues/Agência Senado), afirma que teria conversado com o ministro Alexandre de Moraes sobre possíveis efeitos da Lei Magnitsky, mas negou qualquer tratativa relacionada ao Banco Master. Ele também disse que não há auditoria ou sindicância que aponte responsabilidade de Roberto Campos Neto no caso. A oitiva, aliás, ocorreu sem a presença do ex-chefe da autoridade monetária, que faltou pela terceira vez à comissão. Segundo Galípolo, o tema segue sob sigilo e envolve questões sensíveis do sistema financeiro.










