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Governadores e prefeitos terão que fazer suas próprias reformas previdenciárias

Paulo César de Oliveira
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O presidente Michel Temer (foto), tirou da proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso Nacional os servidores públicos estaduais. O anúncio foi feito na noite de ontem no Palácio do Planalto. Segundo o presidente, a decisão reforça o princípio federativo e a autonomia dos estados, algo que, segundo ele, é exaltado pelo governo. A medida também vale para os municípios. Com a decisão, os servidores públicos estaduais e municipais saem da reforma discutida atualmente na Câmara dos Deputados. “Vários estados já providenciaram sua reformulação previdenciária. E seria uma relativa invasão de competência, que nós não queremos levar adiante, portanto vamos disciplinar a Previdência apenas para servidores federais”, disse o presidente, em rápido pronunciamento. A decisão faz com que professores da rede pública estadual e policiais civis estaduais, dentre outras categorias vinculadas aos governos dos estados, aguardem uma reforma específica, definida pelos governadores e deputados estaduais. Continuam dentro da reforma apresentada pelo governo os servidores públicos federais, bem como os trabalhadores da iniciativa privada, como por exemplo os regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

 

Prêmio de consolação 


Pelo visto a bancada mineira na Câmara Federal vai se contentar com um Ministério "chinfrim" que Temer dividindo para dar um "naco" aos mineiros. Dessa forma Temer acredita que os mineiros vão votar para aprovar a reforma da Previdência Social que hoje ninguém garante que não será aprovada.

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