Além das candidatas “laranjas” — mulheres lançadas na eleição apenas para cumprir a cota feminina — o TSE quer acabar com outra farra: funcionários públicos que se tornam candidatos só para ficar três meses fora do serviço, recebendo salário. Os tribunais regionais estão passando o “pente fino” para levantar os casos de quem se registrou, mas, na prática, não é candidato.