Está pautado para o dia 3 de novembro o julgamento da ADPF 402, que discute se réus perante o STF podem exercer cargos que estão na linha de substituição da presidência da República. A ação foi ajuizada pela Rede Sustentabilidade em maio, quando se analisava o afastamento de Eduardo Cunha, que era, na época, presidente da Câmara e réu no Supremo. Na época, o ministro Teori se antecipou à análise da ação objetiva e determinou o afastamento de Cunha do mandato, de modo que foi adiada a análise da questão. Agora, como o caso se amolda exatamente ao que pode vir a acontecer com o presidente do Senado, o tema volta à pauta do dia. O relator da ADPF é o ministro Marco Aurélio (foto). Será que Deus está voltando a ser brasileiro?