O Palácio do Planalto atravessa um período de baixa tração. Embora o governo Lula precise reagir à queda nas pesquisas recentes, os próximos 30 dias tendem à paralisia administrativa. Mais de 20 ministros, dentre os quais, Fernando Haddad (foto Marcelo Camargo/Agência Brasil) ), deixam seus cargos para disputar eleições e já iniciaram a desmontagem das pastas. A reposição virá, em grande parte, de secretários-executivos — solução interna, mas não imediata. Os substitutos ainda precisarão de tempo para ajustar equipes e retomar rotinas, o que prolonga o compasso de espera. Na prática, o governo entra em modo interino: troca-se a engrenagem, mas o motor perde giro. E, em política, a pausa raramente é neutra.










