Hugo Motta (foto: Marina Ramos/Câmara) reagiu às declarações de Simone Tebet sobre suposto “sequestro” de parte do Orçamento pelo Congresso e classificou a fala como equivocada. Em postagem no X, o presidente da Câmara afirmou que o Parlamento exerce prerrogativa constitucional ao emendar e definir a destinação dos recursos. A ministra do Planejamento e Orçamento havia dito que despesas livres foram apropriadas por interesses eleitorais e defendeu uma reforma orçamentária. A troca de farpas ocorre após o governo cortar R$ 6,4 bilhões em emendas extras para recompor ministérios e o Novo PAC. A divergência explicita uma disputa de autoridade sobre prioridades fiscais num sistema travado por despesas obrigatórias.










