O Congresso vive dias de tensão. Investigações da Polícia Federal apontam que parte das emendas parlamentares passou a alimentar esquemas de lavagem de dinheiro com o crime organizado. No Maranhão, um agiota ligado a esses repasses foi assassinado, o que é entendido como um sintoma de como o esquema se espalha pelo país. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino (foto/reprodução internet) convocou nova audiência para avaliar o rastreamento dos recursos, após autorizar bloqueios e cobranças de transparência. O TCU já consegue seguir 70% dos Pix usados em 2025, mas o passivo de 40 mil emendas entre 2020 e 2024 ainda é um labirinto. A chamada “religiosidade” dessas verbas explica-se pela “fé” no retorno, com um terço ficando com o autor da emenda. A tentativa frustrada da PEC da Blindagem mostrou o medo real de a PF bater à porta do Poder.











