Um projeto que está pronto para ser sancionado pelo governador Romeu Zema (Novo), tem causado polêmica. A proposta cria novas vagas para desembargador, altera a base de cálculo de férias para magistrados, fazendo com que o valor praticamente dobre, e amplia a possibilidade de novas gratificações. O deputado Guilherme Cunha (foto), do Novo, considera a proposta mais um trem da alegria. Ele disse que a proposta inicial que chegou à Assembleia Legislativa previa cortes de benefícios, como auxílio-doença. No entanto, segundo o parlamentar, durante a tramitação o corte de benefícios deu lugar a mais privilégios. A expectativa é a de que o governador não sancione o projeto. O TJ alega que a alteração visa, exclusivamente, adequar a legislação mineira ao regramento constitucional e que não haverá aumento de despesas.