A ausência de Edson Fachin (foto: Ton Molina/STF) no ato do Planalto pelo 8 de janeiro foi menos por discordância e mais por autopreservação institucional. O presidente do STF estava confirmado, mas recuou depois de saber da decisão do presidente Lula de vetar o PL da Dosimetria, evitando se posicionar como potencial julgador em uma cerimônia politicamente marcada como discurso de campanha. Ao ritualizar um evento memorial no espaço da própria Corte, Fachin separou simbolicamente o compromisso com a democracia da dinâmica do governo, sinalizando que o STF prefere a contenção pública à associação automática com o Planalto.











