Caso o tema não avance no ritmo esperado, o Planalto avalia enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei com pedido de urgência sobre o fim da jornada 6 por 1. Quem defende essa possibilidade é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho (foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil), que aposta em textos já em análise no Legislativo. Segundo ele, o PL pode ter uma velocidade maior do que as PECs, mas tudo vai depender das conversas com Hugo Motta e Alcolumbre, presidentes da Câmara e do Senado.










