Hugo Motta e Davi Alcolumbre (foto: Saulo Cruz/Agência Senado) sinalizaram a aliados que não devem comparecer ao ato organizado pelo presidente Lula para marcar os três anos dos ataques de 8 de janeiro, previsto para esta quinta-feira no Palácio do Planalto. A ausência dos presidentes da Câmara e do Senado esvazia simbolicamente uma cerimônia que o governo cogita usar também para anunciar o veto ao projeto aprovado pelo Congresso que reduz penas de condenados na trama golpista, incluindo Jair Bolsonaro. No entorno de Motta, a avaliação é que o evento tende a acirrar o confronto entre petistas e bolsonaristas, terreno no qual o deputado paraibano evita se posicionar. Alcolumbre, por sua vez, está no Amapá durante o recesso, em um momento em que recompõe pontes com o Planalto. O distanciamento da cúpula legislativa expõe como o poder de convergência institucional em torno do 8 de janeiro se dissipou ao longo do tempo.











