A vitória de Donald Trump foi acachapante. Algo nunca visto nos últimos 70 anos. Ganhou no voto popular, no colégio eleitoral, com as minorias e nas duas casas legislativas. Desmoralizou os institutos de pesquisa e a mídia, que afirmava estarem os EUA profundamente divididos. A grande indagação fica aqui no Brasil, depois dos registros desairosos que o presidente Lula fez contra o ainda candidato.
Lula, recentemente, cunhou Trump como anti-democrático, de viés fascista e nazista, algo que incomodou até os seus aliados mais próximos. Prenuncia-se uma pedreira a relação do Brasil com os EUA nos próximos anos.
No discurso da vitória elogiou diretamente Elon Musk, a sua rede Starlink e a sua empresa espacial, SpaceX.
E, falou de paz:
‘No meu governo, não haverá a guerra’. Temos o melhor exército do mundo mas será para acabar com as guerras e não fazer a guerra’. No plano social-político, não se pode dizer mais que foi a extrema-direita que o elegeu. Os EUA em peso é que o elegeu.
Tudo indica que o escrito no boné dele é pra valer..