A gestão do governador Jorginho Mello (foto: Jefferson Rudy/Agência Minas) enviou ao STF uma manifestação defendendo que seja mantida a lei estadual que veta a adoção de cotas raciais nas universidades do estado. Entre os argumentos, a administração catarinense citou a composição demográfica, destacando que a maior parte da população é branca. De acordo com o Executivo catarinense, a decisão de adotar critérios baseados em renda, em vez de raça, seria uma alternativa mais adequada e menos restritiva para lidar com desigualdades estruturais. Em dezembro, o STF reconheceu, de forma unânime, a existência do racismo estrutural e apontou graves violações de direitos da população negra no Brasil. Na ocasião, determinou que o governo federal apresente, em até 12 meses, um plano nacional para enfrentar o problema, com medidas objetivas em áreas como saúde, segurança alimentar e segurança pública.










