Um senador governista, calejado e sem ilusões, admite que a sabatina de Jorge Messias (foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil) ) para uma vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal pode ser empurrada para depois da eleição. Motivo simples: hoje não há votos seguros no Senado Federal para carimbar sua ida ao Supremo Tribunal Federal. A conta é política, não jurídica. Uma derrota agora não interessa nem ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre, nem ao Lula. Com o risco à vista, a estratégia vira adiamento. Se houver reeleição, o cenário pode amolecer. Se houver mudança no Planalto, a indicação cai junto com a caneta. Nunca foi sobre currículo. Sempre foi sobre timing. Nunca antes, na história deste país, um fato assim jamais aconteceu.










