Se houve alguém que soube se sair bem do esvaziado ato bolsonarista em Copacabana, foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (foto/reprodução internet) Usando a camisa azul da seleção – gesto sutil para diferenciar-se dos mais radicalizados -, ele criticou a inflação em alta, mas evitou críticas diretas, tanto ao governo Lula quanto ao STF, ao contrário de todos os outros discursantes. Em tom de candidato, falou de “defesa da liberdade” e “livrar o Brasil da esquerda”. No fim, beijou a cruz e exaltou Bolsonaro, equilibrando-se entre a moderação a que tem sido apontado e a fidelidade ao ex-presidente.