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Temer ficou quieto o tempo todo. Quando apareceu foi vaiado

Paulo César de Oliveira
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O governo sabia dos riscos do presidente interino Michel Temer (foto) ser recebido com uma sonora vaia ontem, na abertura da Olimpíada, no Maracanã. O ministro Eliseu Padilha até tentou mostrar coragem política, afirmando, na quinta-feira, que o governo não tinha medo de vaias. Mas teve. Tanto que o nome do presidente interino nem foi citado entre as autoridades presentes no estádio na abertura da solenidade. Não adiantou. Temer acabou sendo vaiado na parte final da festa olímpica quando, em rápidas palavras, declarou abertos os Jogos Olímpicos. Dilma também foi vaiada na abertura da Copa.

 

Elásticos e efeitos tecnológicos para contornar a falta de recursos

A tão esperada festa de abertura, contou com muitos efeitos tecnológicos e com a criatividade do cineasta brasileiro Fernando Meirelles para driblar a falta de recursos. As projeções simulando várias situações, os efeitos gráficos, os muitos metros de elásticos usados para uma performance mostrando os povos indígenas da Amazônia, uma iluminação primorosa, dançarinos de companhias brasileiras, a música e a ginga brasileira deram o tom impecável da festa. Com um orçamento apertado, houve muito improviso, que o diretor e produtor de cinema Andrucha Waddington, integrante do núcleo criativo da abertura da Rio-2016, chamou de gambiarra criativa. Antes da apresentação, Fernando Meirelles não escondia o nervosismo, devido ao que ele chamou de “desastre” que foi o ensaio geral. Participam dos Jogos Olímpicos atletas de 206 países.

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