Uma ala do União Brasil passou a defender com mais ênfase a pré-candidatura de Ronaldo Caiado (foto: Valter Camargo/Agência Brasil) ao Planalto, como forma de preservar a sigla da polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro. A avaliação é que o alinhamento imediato do governador de Goiás ao senador do PL ampliaria rejeições em redutos petistas, sobretudo no Nordeste, com impacto direto nas chapas proporcionais. Para o partido, seria mais vantajoso sustentar um nome próprio no primeiro turno, repetindo a lógica de 2022, para liberar alianças depois, conforme os resultados – e os interesses, claro. O cálculo central é eleitoral: reduzir perdas, manter pontes e maximizar votos para Congresso.











