Inflado pelos holofotes da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (foto: Marcos Oliveira/Agência Senado) tenta imprimir ritmo próprio aos trabalhos e explicita uma disputa de interpretação que vai além do procedimento. Sem aguardar a decisão final do STF, o presidente da comissão quebrou os protocolos e aprovou sua prorrogação por até 120 dias com base em liminar do ministro André Mendonça. Logo na sequência, porém, ele suspendeu a sessão à espera do julgamento do plenário da Corte. O “atropelo” ocorreu em meio a questionamentos do deputado Paulo Pimenta sobre o prazo legal.











