Pelo menos 975 candidatas mulheres que não receberam sequer um voto em 2016, voltaram a se candidatar nestas eleições. Em 99% dos casos, as mulheres lançaram a nova candidatura no mesmo município pelo qual registraram seus nomes em 2016, mas a maioria, por legendas diferentes. Os estados com o maior número dessas candidaturas “laranjas” são Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Maranhão. A dificuldade em cumprir a cota mínima de candidatas mulheres é uma das justificativas para essas candidaturas.