O caso Master ganhou um contorno ainda mais sensível ao alcançar a órbita familiar do relator no Supremo Tribunal Federal, Dias Tofolli (foto: José Cruz/Agência Brasil). Fundos da Reag Investimentos, investigada por abrigar estruturas ligadas ao Banco Master e a esquemas de sonegação no setor de combustíveis, injetaram ao menos R$ 20 milhões em empresas que controlavam o resort Tayaya, no Paraná, pertencentes a parentes de Dias Toffoli. Irmãos e um primo do ministro chegaram a deter participações milionárias no empreendimento e venderam fatias ao fundo Arleen, da Reag. Hoje, as cotas estão nas mãos de um terceiro. Toffoli não é sócio do resort, mas frequenta o local e passou a relatar o inquérito do Master após pedido da defesa do banqueiro. Na aparência, o conflito é gritante.











