Aliados do Planalto afirmam que, apesar de o presidente do Lula ter descartado desmembrar o Ministério da Justiça para criar o Ministério da Segurança Pública, ele ainda anda muito ”reflexivo” sobre a escolha do nome para o Ministério da Justiça, mas que ele deve anunciar nos próximos dias o seu escolhido. Uma das razões na demora de Lula em anunciar o novo ministro, estaria no fato de que, apesar dos nomes indicados possuírem padrinhos fortes, eles também encontram resistência em alas do governo. Começando por Tarso Genro (foto: Matheus Pé/Divulgação INP), ex-ministro da Justiça indicado pelo PT, mas que não agrada muito Lula. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, até agrada o presidente, mas enfrenta resistências do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Já o atual ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Vincius Marques de Carvalho, encontra resistências na ala jurídica do governo. Surgiu, agora, como nome forte Wellington César Lima e Silva, atual chefe jurídico da Petrobras e que ocupou o Ministério da Justiça por 11 dias no governo Dilma Rousseff. Enquanto a fumaça branca no Planalto não sai, Lula continua procurando um nome de projeção nacional e com experiência no setor.











