Nesta terça-feira, 3, o relator da CPI do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (foto: Waldemir Barreto/Agência Senado) reúne colegas para discutir saídas jurídicas contra a decisão de Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo da Maridt, empresa ligada à família de Dias Toffoli. Vieira sustenta que o despacho reabriu processo extinto e usou habeas corpus, instrumento reservado a pessoas físicas. A reação ocorre num ambiente em que a cúpula do Congresso evita instalar CPI específica sobre o caso Master, enquanto a oposição tenta explorar a falta de esclarecimentos sobre os recursos recebidos pela empresa.
Senado reage a despacho de Gilmar sobre empresa ligada a Toffoli










