Diante dos escândalos do Banco Master e do INSS, o governo federal busca estratégias para minimizar o impacto político às vésperas das eleições. A orientação é que ministros assumam a linha de frente de defesa, associando o início das irregularidades à gestão anterior, enquanto Lula (foto: Ricardo Stuckert / PR) mantém uma postura institucional e segue com sua agenda. A crise, que também envolve lideranças do Centrão, como Ciro Nogueira e Hugo Motta, preocupa aliados do presidente, que temem reflexos negativos na relação com o Congresso e na tramitação de projetos prioritários. Tudo isso enquanto ele enfrenta queda na aprovação popular, inclusive em regiões tradicionalmente favoráveis ao presidente, como o Nordeste.










