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JOGO ABERTO

Paulo César de Oliveira
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Simone Tebet (foto:Lula Marques/ Agência Brasil)

*Próximo do fim da janela partidária na próxima semana, é grande o movimento no PSB nacional de pré-candidatos às eleições de 2026. O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pré-candidato ao governo de Minas, foi recebido em um encontro, em Brasília, com o presidente nacional da legenda e prefeito de Recife, João Campos para oficializar a sua filiação. Já nesta sexta, 27, o PSB organiza um ato para marcar a filiação ao partido da ministra do Planejamento, Simone Tebet (foto: Lula Marques/ Agência Brasil). O evento na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) deverá contar com a presença de João Campos e do vice-presidente da República Geraldo Alckmin.

*O presidente nacional do PSD e secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab, deixou o cargo nesta quarta-feira. Embora Kassab tenha justificado a decisão apontando que suas atribuições como presidente nacional do PSD entraram em conflito com a rotina administrativa, a convivência interna com o vice-governador Felício Ramuth (PSD), que apresentava fissuras, cooperou para sua saída do governo de Tarcísio de Freitas e aumentaram depois que Tarcísio de Freitas confirmou Ramuth na chapa de reeleição, posto almejado por Kassab. Para as próximas semanas, também é esperada a desfiliação de Felício Ramuth do PSD.

*O governo federal enviou ao Senado levantamento que mostra países inadimplentes com o Brasil em operações de crédito à exportação. O documento reúne dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O total do calote chega a US$ 10 bilhões, cerca de R$ 53 bilhões. Ao todo são 15 países, que há quase duas décadas não efetuam pagamento ao país, entre eles, Bolívia, Cuba, El Salvador, Moçambique, Nicarágua, Senegal, Venezuela e Zimbábue. A maior dívida, superior a US$ 6 bilhões (cerca de R$ 32 bilhões), é da Venezuela. Em seguida vem Cuba, com passivo acima de US$ 800 milhões (R$ 4,2 bilhões). Como não há expectativa de recuperação dos valores concedidos, o Tesouro Nacional cobre os prejuízos, o que acaba transferindo os custos aos brasileiros.

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