O PSD aposta em um reposicionamento: transformar Ronaldo Caiado (foto: Wesley Costa/ O Popular) de nome identificado com a direita em uma “direita negociadora”, mais palatável ao centro. A ordem é clara: evitar confronto, inclusive com Flávio Bolsonaro, e focar em vitrine de gestão em Goiás — segurança, saúde e educação — turbinada por redes sociais e inserções em rádio e TV. O problema é o tempo e a transferência de votos. As pesquisas mostram que o eleitor de Ratinho Jr. não migra automaticamente; a maioria se dispersa entre Bolsonaro, Lula ou simplesmente abandona a disputa. Caiado precisa, antes de crescer, existir nacionalmente — e isso será explorado pelo marketing.











