O palanque em Minas Gerais virou uma dor de cabeça para o presidente Lula (foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil), que admite a interlocutores aos seus aliados a dificuldade de consolidar a candidatura de um nome viável. O PT no estado não tem nomes e enfrenta um cenário de paralisia política. Na disputa à prefeitura de Belo Horizonte, o partido amargou um 6º lugar, com apenas 4,37% dos votos. A desculpa de Rodrigo Pacheco ao presidente do PT, Edinho Silva, para dizer não a Lula foi a de que questões pessoais, familiares e de saúde seriam o impedimento para entrar na disputa.











