O agro brasileiro já vinha mancando devido aos problemas provocados pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. O insumo não está chegando ao país e agora, o setor enfrenta o clima seco, esse sócio invisível que nunca assina contrato, mas cobra caro. O “El Niño Godzilla” volta ao radar e ameaça transformar a próxima safra num jogo de azar. O fenômeno, ligado ao aquecimento do Pacífico, pode ganhar tração entre o fim de 2026 e o início de 2027. Para Blairo Maggi (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) – um dos maiores produtores de soja do planeta – onde precisa de chuva, pode faltar. Por outro lado, onde já encharca, pode transbordar. No Brasil, esse desequilíbrio costuma bagunçar o mapa produtivo — milho e feijão na linha de tiro, mas ninguém fica totalmente imune











