Após o evento do último fim de semana realizado pelo PT, alguns temas começam a ser trabalhados nas redes sociais. Em meio à tensão envolvendo o Supremo, o PT aprovou em congresso partidário a defesa de mudanças no Judiciário, pauta até então monopolizada pela oposição. A adesão da esquerda amplia o alcance do debate e sinaliza que o papel e os limites do STF tendem a ocupar espaço central na eleição. Dentro da própria Corte, há movimento tímido: ministros como o presidente da Suprema Corte, Edson Fachin (foto Nelson Jr./SCO/STF), e Flávio Dino admitem ajustes, focados sobretudo em desvios individuais, sem tocar no desenho institucional. A discussão ganha corpo, mas o foro natural é o Congresso — que, sem agenda e com baixa disposição, deve empurrar o tema para a próxima legislatura. No curto prazo, a reforma rende mais discurso do que mudança.











