Ao menos dois dias de folga semanais obrigatórios pode ser uma realidade, ainda, em 2026. A votação do texto relatado por Leo Prates (foto Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados), prevê adaptação rápida, entre 90 e 120 dias, permitindo que a nova regra entre em vigor já em setembro, está prevista para quinta-feira. As folgas não precisarão ser consecutivas. Já a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas deve ocorrer de forma gradual, em até três anos. Regras para regimes específicos, como 12×36, serão discutidas em projeto separado. A proposta pode impactar milhões de trabalhadores e exigir reorganização das escalas e custos das empresas.










